Lentamente, lentamente...cortes e cortinas
frágeis chamas azuis, acendem a vida, na alvorada do despertar.
Abraçando a fraqueza que desconhece a derrota, nós seguimos em frente , com muitas presas renovadas, irei esculpir uma nova era.
Até o dia em que encontrarei a quem eu quero proteger, prefiro enfrentar e derrotar meus inimigos agora do que prolongar essa luta.
Nada mais me importa, a partir de agora, estarei assistindo tudo daqui, irei acabar com tudo e guiá-la, então não deixe que desapareça, esta melodia da dança selvagem, que não irá parar de ecoar.
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